(Por Bráulio Souza Vianna)
O Marcelo Horst Caldas, gerente do Banco do Brasil, foi quem convidou: “Alencar, você precisa ir. Eu nunca vi uma turma tão animada!”
De fato, chegando lá só encontrou figuras emblemáticas. Era uma turma de quase 30 pessoas, uma turma inesquecível. Sauna a vapor primeiro, depois a seca. Uma piscininha quente ou uma banheira de hidromassagem, bate papo animado e divertido, só brincadeiras e risadas. Mas o mais impressionante era ao final da sauna.
Cada semana era um que levava o prato de que mais gostava para degustação geral. Sabe o que tinha? Rabada, feijoada, dobradinha e por aí vai. E lá se vão os benefícios de suar, emagrecer, rsrs…
Mas fazia furor mesmo era quando ele levava o Pato ao Molho Pardo da Mariju. Um clássico apreciadíssimo.
Todos se tratavam por ti: TiMarcelo, TiZetinho, TiAloísio, Tilenka…. Pronto, tinha achado o jeito certo de ser chamado: Tilenka.
E por ter gostado tanto, foi o único apelido que pegou entre os participantes: Tilenka. Acho que quem primeiro o chamou assim foi o Beto Imborná.
Tilenka era perfeito. Não era formal como “Dr. Alencar” que, já de cara, cria uma distância. E lembra um grito de guerra do tempo em que cursava faculdade de Medicina. Gostou. Até hoje é esta a sua forma preferida de ser chamado, quando com amigos. O que acontece o tempo todo.

































